Saúde não tem preço. (Black Friday)

A divulgação de preços, promoções e formas de pagamento de serviços médicos-veterinários em meios de comunicação de massa e em redes sociais é vedada pelo Código de Ética

Se há uma coisa que nós dizemos não ter preço é a saúde. Essa visão não é diferente no campo da Medicina Veterinária, área tão fundamental para a promoção da saúde humana, animal e ambiental.

Nesse aspecto, cabe lembrar que os serviços médicos-veterinários não podem participar de campanhas promocionais de mercado, como é o caso da Black Friday, realizada neste período do ano. De acordo os artigos 14 e 15 do Código de Ética da Profissão (Resolução CFMV 1138/16) é vedado ao médico-veterinário veicular em meios de comunicação de massa e em redes sociais os preços e as formas de pagamento de seus serviços, bem como a divulgação dos mesmos como gratuitos ou com valores promocionais.

Assim, as promoções ficam restritas aos produtos comercializados, como rações, itens de higiene e acessórios. Serviço médico-veterinário feito com ética não tem Black Friday.

Texto: Assessoria de Comunicação do CRMV-SP.

 

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Comer massa de bolo crua pode ser perigoso – e não é só por causa do ovo.

A massa do bolo está pronta, e você acaba de passá-la da tigela para a assadeira usando uma colher. Depois de pôr a receita no forno, você volta para a pia, onde aquele restinho de massa crua, grudada no talher, está te olhando.

Não dá outra. A atração é magnética, quase um caso de amor. Você vai lá e lambe. Não satisfeito com o conteúdo da colher, também raspa a tigela. Hum! Delícia. Gostinho de fermento.

Você não sabe, mas acaba de colocar sua saúde em risco. E não é (só) por causa da salmonela, que pode ser transmitida pelos ovos crus. Um artigo científico publicado hoje revelou que a bactéria E. coli – culpada da maior parte dos casos de intoxicação alimentar – não se reproduz apenas em ambientes úmidos, mas também é fã incondicional de locais secos. Como sacos de farinha de trigo.

A descoberta é resultado de um trabalho de detetive, feito por uma equipe com mais de vinte médicos, cientistas e funcionários de agências de vigilância sanitária dos EUA. Entre dezembro de 2015 e setembro de 2016, eles detectaram, por meio de prontuários hospitalares, um surto de infecções causado por uma linhagem específica da E. coli. Os 56 pacientes, distribuídos em 24 estados, tinham sintomas parecidos: febre branda, dor no abdômen, vômito e diarreia.

Fonte: Super Interessante

Secretaria de Agricultura participa das discussões sobre a legalização dos produtos artesanais.

Fabricantes de queijos especiais e outros produtos artesanais, chefs renomados, representantes do poder público e interessados na boa mesa reuniram-se na sexta-feira, 10 de novembro, no auditório do grupo O Estado de São Paulo, na Capital, para discutir os caminhos que conduzam à legalização de produtos que já conquistaram, há muito tempo, o gosto dos consumidores.

Patrícia Ferraz, editora do caderno Paladar e mediadora do debate, explicou que o objetivo do encontro é a regularização de toda a cadeia produtiva artesanal de alimentos, desde a produção, armazenamento e distribuição até a comercialização. Arnaldo Jardim, secretário de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, um dos entusiastas dos avanços da agroindústria de pequeno porte; após ouvir os produtores, lembrou que a Pasta conclui recentemente um processo de consulta pública que recebeu 14 propostas encaminhadas por entidades como a Sociedade Rural Brasileira (SRB) e Federação de Agricultura do Estado de São Paulo (Faesp), entre outras, e estão em fase de análise pelos técnicos.

“Nosso pessoal está debruçado sobre as propostas que possam modernizar a legislação, facilitar a vida do produtor, estimular, delegar responsabilidades”, afirmou Arnaldo Jardim, lembrando que a Secretaria de Agricultura, atendendo um pleito dos produtores, atuou para regulamentar a produção do mel de abelhas nativas. Em outubro de 2017, foi publicada no Diário Oficial a portaria que define identidade, padrão de qualidade e requisitos do processo de beneficiamento do mel elaborado pelas abelhas Meliponinae.

O secretário declarou que é importante discutir o papel do Estado e a relação deste com a sociedade. A legislação atual é detalhista, cerceadora e pretensamente punitiva. “De acordo com as últimas estimativas, existem em São Paulo 13.150 agroindústrias artesanais, destas podemos destacar um percentual importante que, em vez de focar na qualidade, pensa em ganhar o máximo possível. Por isso, é preciso ter regras gerais para preservar os bons e impedir que um produtor, se comportando mal, comprometa a todos”, afirmou.

Um documento elaborado a várias mãos

Por sugestão de Patrícia Ferraz, foi constituído um grupo de trabalho para sintetizar as sugestões e elaborar uma pauta para ser discutida com os vários interlocutores das três esferas de governo. Fazem parte desse GT os debatedores:

Jerônimo Villas-Boas, ecólogo, especialista em mel e mestre em gerenciamento ambiental; Otaciano Neto, secretário de Agricultura do Estado do Espírito Santo e presidente do Conselho Nacional dos Secretários de Estado da Agricultura (Conseagri); Luiz Rangel, secretário de Defesa Agropecuária do Ministério de Agricultura e Pecuária (Mapa); Laila Mouawad da área de fiscalização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa); Ricardo Boscaro, do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) de Minas Gerais; Oswaldo Filho, queijeiro; Jefferson Rueda, chef da Casa do Porco e produtor de embutidos; Roberto Smeraldi, colunista do Paladar; Débora Pereira, presidente da ONG SertãoBras e blogueira do Paladar; Arnaldo Jardim; Fernando Oliveira, proprietário da loja A Queijaria; Andrea Boanova, agente de fiscalização da Codevisa; José Silva, deputado federal e autor de um projeto sobre o tema; e João Leite, queijeiro.

Por: Nara Guimarães

Fonte: Secretaria de Agricultura

Alerta de Importação

Ao longo das últimas décadas o Brasil vem ampliando sua atuação no mercado internacional como país importador de alguns tipos de produtos de origem animal, especialmente pescados e lácteos.

O Serviço de Inspeção Federal (SIF) tem envidado esforços para que produtos importados seguros e de qualidade cheguem à mesa do consumidor brasileiro.

Como forma de aumentar essas garantias e proteger o consumidor brasileiro, o MAPA tem trabalhado em diversas frentes no controle oficial da conformidade de produtos importados, com intensificação de procedimentos de fiscalização e coletando amostras para realização de análises em laboratório oficiais.

A Secretaria de Defesa Agropecuária (SDA) editou a Norma Interna SDA n° 01, de 02 de agosto de 2016, com o objetivo de disciplinar os procedimentos de implantação do Regime de Alerta de Importação – RAI previstos na Portaria SDA n° 183, de 09 de outubro de 1998, para enquadramento de empresas estrangeiras, cujos produtos exportados para o Brasil tenham apresentado alguma não conformidade durante os procedimentos de fiscalização.

As Unidades do Sistema VIGIAGRO de portos, aeroportos e postos de fronteira coletarão amostras dos produtos exportados por empresas estrangeiras enquadradas no RAI antes mesmo de serem introduzidas no País, ficando a sua liberação condicionada à comprovação da conformidade por meio da análise laboratorial.

Leia mais em: MAPA 

Riscos da paramentação incompleta na produção de alimentos.

Quando você precisa entrar na área produtiva “rapidinho” você coloca jaleco ou só a touca?

Em muitas empresas, diversas vezes já observei visitantes e até mesmo funcionários apenas com a touca na cabeça, pois seria apenas uma “passada rápida” por ali.

Em desacordo com tal atitude sugiro uma reflexão:

RISCO CABELO SEM TOUCA ROUPA PESSOAL
Microbiológico – Presença de micro-organismos da flora humana e outros externos. POSITIVO POSITIVO
Físico – Cabelo humano. POSITIVO POSITIVO
Físico – Pelo de animais. NEGATIVO POSITIVO
Físico – Pedaço de tecido desfiado, botão, zíper e detalhes diversos. NEGATIVO POSITIVO
PORCENTAGEM POSITIVA DE RISCO 50% 100%

Podemos também refletir que:

Se tanto o cabelo, assim como a roupa pessoal, é uma superfície potencialmente contaminada, qual delas tem a área maior?

Qual parte é mais passível de encostar-se ao produto ou equipamento em uma área produtiva?

Qual dos dois é limpo com maior frequência?

Qual dos dois tem a possibilidade de ter uma microbiota mais diversificada?

Apesar do cabelo sem proteção, aparentemente, possuir menos riscos que a roupa pessoal, ambos devem ser protegidos em uma área produtiva, pois até mesmo o menor dos riscos deve ser eliminado quando o assunto é segurança dos alimentos.

Leia mais em: http://foodsafetybrazil.org/riscos-da-paramentacao-incompleta/#ixzz4y44eKo8T

Secretaria da Agricultura e Abastecimento abre concurso para veterinários.

Entra em vigor nesta quarta-feira (1) o prazo de inscrição do concurso da SAA/SP(Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo). A seleção visa o preenchimento de 156 vagas, sendo 11 reservadas a pessoas com deficiência.
Para ensino fundamental, as chances são para as funções de auxiliar de apoio agropecuário (14 vagas), oficial de apoio a pesquisa científica e tecnológica (6) e oficial de apoio agropecuário (5). O salário inicial é de R$ 1.104.
Aqueles que têm o ensino médio estão aptos às carreiras de agente de apoio agropecuário (15), oficial administrativo (3), técnico de apoio à pesquisa científica e tecnológica (5) e técnico de apoio agropecuário (6). Os vencimentos oscilam entre R$1.104 e 1.614,40.
Nível superior é requisito para os postos de assistente agropecuário nas especialidades de engenharia agrônoma (64), medicina veterinária (30) e zootecnia (1) e assistente técnico de pesquisa científica e tecnológica nas áreas de informação e documentação (1), informação, comunicação, divulgação, gestão técnico-científica da informação (2), inovação tecnológica/propriedade intelectual (1), fitoquímica (1) e análises laboratoriais (2). A remuneração para assistente agropecuário é de R$ 3.711,79 e para assistente técnico é de R$ 2.627,98.
Fonte: UOL